Informação para Autores

A Revista CAR é a publicação oficial do Clube de Anestesia Regional e Terapêutica da Dor – CAR/ESRA Portugal.

As instruções para submissão de artigos para a Revista do CAR estão de acordo com as formuladas pelo International Committee of Medical Journal Editors (ICMJE), http://www.icmje.org, que os autores podem consultar.

A Revista CAR tem instruções e orientações para a submissão de artigos. Os autores devem lê-las atentamente antes de fazer essa submissão. Essas instruções estão disponíveis no site do CAR/ESRA Portugal, www.anestesiaregional.com.

Os artigos podem ser submetidos através do email: socios@anestesiaregional.com.


1. Área de Interesse

A Revista do CAR está vocacionada para a divulgação de trabalhos na área da Anestesia Regional e Terapêutica da Dor: aguda ou crónica.


2. Conflitos de interesse

Os autores devem revelar a presença ou ausência de conflitos de interesse, sejam eles de ordem financeira, de consultadoria, institucional ou outras.


3. Permissão para reproduzir material já publicado

A Revista do CAR necessita de uma permissão de publicação de material (p.e. ilustrações) pelo seu detentor legal, copyright.


4. Consentimento

Todos os doentes têm direito à sua privacidade. Os autores devem recolher consentimento por escrito dos doentes ou sujeitos envolvidos na sua investigação, em como claramente autorizam a publicação de material que os possa identificar (p.e. fotografias). Na secção Métodos deve estar referido que o consentimento foi colhido e os Editores podem solicitar uma cópia desse documento, se acharem necessário.


5. Aprovação Ética

Os trabalhos que envolva dados colhidos de humanos/animais devem referir claramente o Comité de Ética que o aprovou, na secção Métodos. Quando envolve humanos, o consentimento deve ser colhido por escrito. No caso de se tratar um estudo com animais, os autores devem revelar que os animais foram tratados de acordo com as normas éticas (ARRIVE - Animals in Research: Reporting In Vivo Experiments). Se a aprovação ética não foi solicitada ou necessária, deve ser esclarecido o motivo.


6. Adesão a guidelines internacionais para o relato adequado de dados

A Revista CAR advoga que os dados dos artigos submetidos sigam as orientações estabelecidas pela rede EQUATOR (Enhancing the QUAlity and Transparency Of health Research, http://www.equator-network.org/home/).


7. Autoria

Solicita-se aos autores que confirmem que leram e aprovaram o documento enviado para publicação e que se comprometem em apresentar um trabalho original, honesto e que são capazes de validar os resultados obtidos (ver critérios da ICMJE acima referidos).

Para cada artigo deve haver um autor correspondente, devidamente identificado como tal e que deve facultar um contacto direto (pe, correio electrónico), a quem será enviada correspondência quanto a decisões ou edição do documento. A correspondência será enviada apenas para aquele autor.


8. Rejeições

Os Editores da revista CAR reservam-se do direito de rejeitar um artigo submetido no caso de má conduta dos autores. As categorias de má conduta podem ser: plágio, falsificação ou manipulação de dados e/ou figuras e dupla publicação.

Os editores poderão igualmente declinar um artigo em virtude da sua incompleição, tal como interpretada pelos mesmos. Neste caso preciso, os editores enviarão por e-mail essa mesma informação, assim como a justificação da rejeição e aspectos contributivos à melhoria do artigo, com vista a nova submissão por parte do(s) autor(es), caso este(s) o entenda(m), não dispensando nova revisão por parte dos editores.


9. Submissões

Os autores devem enviar os seus artigos em formato Microsoft Word ou através da internet para o endereço socios@anestesiaregional.com.


10. Tipos de artigos

            Artigo original: investigação clínica e laboratorial.

            Casos clínicos: quando revelem claro interesse académico ou acrescentem conhecimento. Relato de um caso raro, onde foi utilizada uma técnica inovadora ou modificada, que não possa ser reproduzida em ensaios clínicos, dada a sua escassez.

            Relato técnico: apresentação de um procedimento anestésico inovador. Apresentado em estudo comparativo ou não comparativo. Geralmente, este último requer a experiência em várias centenas de doentes, de forma a definir a eficácia e efeitos laterais.

            Artigo de revisão: compreende uma abordagem generalizada de dados previamente publicados e compilados para avaliação de conceitos antigos ou recentes.

            Artigo de imagem: inclui a descrição de técnica imagiológica – Rx, ultrassonografia (quando usada na prática da anestesia regional ou terapêutica da dor).

            Carta ao editor: consiste num relato breve em forma de comentário acerca de um artigo publicado pela Revista CAR ou informação de interesse geral.

            Revisão de livros ou outro material media: comentário de livro atual com informação relevante na anestesia regional e terapêutica da dor.


11. Formatação dos Manuscritos

            Os manuscritos submetidos devem respeitar as normas de formatação a seguir descritas. Caso não sejam usadas, o manuscrito será devolvido aos autores para correção e formatação adequadas.

            Formato. Para ficheiros de texto, será apenas aceite o formato Microsoft Word.

            Tamanho do papel. A4

            Espaçamento. O material de texto deve ter duplo-espaçamento.

            Tamanho e tipo de fonte. Arial e tamanho 12.

            Linguagem. Os artigos devem ser escritos em português, excepto aqueles de autores convidados (que escreverão na sua língua nativa, espanhol ou inglês).

            Número de linhas. O texto do artigo (resumo/abstract e manuscrito) excepto quadros, figuras, página de título e referencias, devem ter os números das linhas assinalados.

            Paginação. A numeração das páginas deve constar no canto inferior direito, configuradas em tipo de letra Arial e tamanho 12.

            Referências. Exibidas no texto, entre parênteses, em numeração árabe: pe, (1).

            Quadros / tabelas e legendas de figuras. Colocadas no fim do manuscrito, claramente identificadas com números árabes. As figuras e quadros/tabelas NÃO devem estar incorporadas no texto, mas sim enviadas como ficheiros separados e identificados com os números correspondentes (pe, Figura 1.tiff) às das legendas.

            Ordenação do manuscrito

            1. Abstract ou resumo, em separado e não repetido no ficheiro do manuscrito.

            2. Página de título, como parte do ficheiro do manuscrito.

            3. Corpo do manuscrito, como parte do ficheiro do manuscrito.

            4. Agradecimentos, como parte do ficheiro do manuscrito (se houver alguns).

            5. Referências, como parte do ficheiro do manuscrito.

            6. Tabelas ou quadros, como parte do ficheiro do manuscrito. Mas em páginas separadas, uma tabela por página.

            7. Legendas de figuras, como parte do ficheiro do manuscrito.

            8. Figuras, cada figura deve ser acrescentada em ficheiro separado, diferente do manuscrito.


12. Título – Página 1

            O título que deve ser sucinto e revelador para o leitor.

            O autores são identificados com o primeiro e o último nome. A existência de mais de cinco autores tem de ser justificada.

            Acrescentar nome, endereço postal, endereço electrónico, telefone do autor correspondente.

            Nome do(s) departamento(s) e instituição (ões) a que os autores pertencem e a quem o trabalho deve ser atribuído.

            Revelar apoios (pe, financeiro), se aplicável.

            Indicar reuniões/congressos onde o trabalho já foi apresentado.


13. Abstract ou Resumo

            Estruturado. Até 250 palavras, omitindo referencias. Organizado em Objetivo, Métodos, Resultados e Conclusão. No caso de se tratar de um Caso Clínico, estruturar o abstract em Objetivo, Caso Clínico e Conclusões.

            Não estruturado. Texto curto, com menos de 150 palavras, resumindo a natureza do trabalho e as suas conclusões primárias. Mais adequado para submissão de artigos de revisão, de imagem ou relato técnico.


14. Artigo Original

            Comprimento máximo: 12 páginas com duplo espaçamento

            Máximo de tabelas/quadros: 4

            Máximo de figuras: 4

            Máximo de referências: 25     

            Redigir um abstract estruturado (ver acima).

            O manuscrito está dividido em secções com os títulos: Introdução, Métodos, Resultados, Discussão, Agradecimentos, como descrito a seguir:

            Introdução (nova página): Secção que não deve ultrapassar uma página, onde se expõe de forma simples e concisa o objetivo do artigo, sem o rever extensivamente. A hipótese e resultado principal devem ser claramente ditos no parágrafo final.

            Métodos (nova página): Identificar qual o Comité de Ética que aprovou o trabalho, bem como, que os doentes deram o seu consentimento informado para participar. Descrever o tipo de estudo e qual a amostra. Descrever os métodos e procedimentos com suficiente detalhe que permita a outros reproduzir os resultados. Identificar os métodos usados para a análise estatística e como o tamanho da amostra foi determinado.

            Resultados (nova página): Os resultados devem ser apresentados de forma lógica, usando texto, tabelas e ilustrações. Sumariar os resultados que são realmente importantes. Não reproduzir em texto a informação das tabelas, a não ser que sejam os factos importantes.

            Discussão (nova página): No primeiro parágrafo sumariar o que mostrou o estudo. Enfatizar o que de novo e importante surgiu do trabalho, seguido das conclusões a tirar. Esclarecer as limitações do mesmo. Parágrafo final deve resumir de forma concisa as conclusões.

            Agradecimentos (nova página): Enunciar quem de facto ajudou de forma decisiva para a realização do trabalho que não esteja incluído na lista de autores.


15. Casos clínicos

            Comprimento máximo: 8 páginas com duplo espaçamento

            Máximo de tabelas/quadros: 2

            Máximo de figuras: 2

            Máximo de referências: 15     

            Redigir um abstract estruturado (ver acima, ponto 13.).

            O texto deve estar estruturado em três secções: Introdução, Caso Clínico e Discussão:

            Introdução (nova página): Breve sumário, explicando o interesse em reportar o caso.

            Caso Clínico (nova página):  Declarar o consentimento do doente. Descrever o caso com suficientes detalhes, permitindo aos leitores compreender a decisão clínica/anestésica.

            Discussão (nova página):  Enfatizar o que de novo aportou o relato do caso e as conclusões que se podem retirar dele. Este tipo de manuscrito não deve incluir uma revisão extensa do que vem publicado na literatura sobre este tema, mas realçar o que este caso traz de novo aos conhecimentos atuais.



16. Relato técnico


Comprimento máximo: 8 páginas com duplo espaçamento

            Máximo de tabelas/quadros: 4

            Máximo de figuras: 4

            Máximo de referências: 25     

            Redigir um abstract estruturado ou não estruturado (ver acima, ponto 13.).

            Texto dividido nas seguintes secções: Introdução, Métodos, Resultados, Discussão, Agradecimentos (ver orientações no ponto 14. Artigo Original).



17. Artigo de revisão

Comprimento máximo: 20 páginas com duplo espaçamento

            Máximo de tabelas/quadros: 4

            Máximo de figuras: 8

            Máximo de referências: 150   

            Redigir um abstract não estruturado (ver acima, ponto 13.).

            Texto dividido nas seguintes secções: Introdução, Métodos, Discussão, Agradecimentos (ver orientações no ponto 14. Artigo Original).


18. Artigo de imagem


Comprimento máximo: 10 páginas com duplo espaçamento

            Máximo de tabelas/quadros: 2

            Máximo de figuras: 6

            Máximo de referências: 20     

            Redigir um abstract não estruturado (ver acima, ponto 13.).

            Texto dividido nas seguintes secções: Introdução, Métodos, Apresentação de caso, Resultados, Discussão, Agradecimentos (ver orientações no ponto 14. Artigo Original).


19. Carta ao editor

Comprimento máximo: 2 páginas com duplo espaçamento

            Máximo de tabelas/quadros: 1

            Máximo de figuras: 1

            Máximo de referências: 6       

            Redigir um abstract não estruturado (ver acima, ponto 13.).

            O título da carta deve aparecer no topo da página en negrito. A carta deve estar endereçada “Ao Editor” e deve seguir o formata de carta. Se o autor está a reportar um caso clínico, informar que colheu o consentimento informado junto dod doente ou seu guarda legal.

            Após o corpo da carta, deve constar a seguinte informação:

            1. Nome completo e maior grau académico do(s) autor(es), como por exemplo, José M. Silva, MD;

            2. Departamento onde trabalha, como por exemplo, Departamento de Anestesiologia;

            3. Nome da Instituição, como por exemplo, Centro Hospitalar do Porto;

            4. Endereço da Instituição;

            As referencias devem aparecer após o nome do(s) autor(es), seguidas das tabelas e legendas de figuras, caso existam. As figuras não devem estar incluídas no corpo da carta, mas enviadas em ficheiro separado (um por figura).


20. Revisão de livros ou outro material media

Comprimento máximo: 1 páginas com duplo espaçamento

            Máximo de tabelas/quadros: 0

            Máximo de figuras: 0

            Máximo de referências: 0

            O texto de revisão do livro ou material medial deve seguir o formato de discussão.


21. Referências

            As referências selecionadas para inclusão devem ser relevantes para o estudo descrito. As citações devem ser apenas e só de livros ou artigos/abstracts publicados em revistas com peer-review, inscritas na PubMed/Index Medicus e estarem disponíveis aos leitores. Abstracts com mais de 3 anos não serão aceites, nem outros manuscritos em preparação ou ainda não aceites para peer review. Os artigos aceites para publicação, mas ainda não publicados devem ser referenciados como “in press” na submissão.

O estilo usado para identificar as referencias deve seguir as seguintes normas:

            1. Numeração: numerar as referencias consecutivamente respeitando a ordem em que surgem no texto, tabelas e legendas.

            2. Formatação: Duplo espaçamento entre linhas da referência e entre referências.

            3. Indentificação: Usar números árabes entre parênteses: por exemplo, Silva et al. (3), para identificar as referencias no texto, tabelas e legendas.

            4. Exatidão: Verificar todas as referencias com a sua fonte de publicação original.

            5. Estilo: Abreviar os títulos das revistas de acordo com o estilo encontrado n Index Medicus.

            Artigo de revista standard

            Ordenar todos os autores até um numero de 6; se mais de 6, enumerar os primeiros 3 e depois “et al.”.

            Exemplo: Mariano ER, Cheng GS, Choy LP, et al. Electrical stimulation versus ultrasound guidance for popliteal-sciatic perineural catheter insertion: a randomized control trial. Reg Anesth Pain Med 2009;34:480–5.

            Livro completo

Exemplo: Barash PG, Cullen BF, Stoelting RK, Cahalan M, Stock MC: Clinical Anesthesia. 6th ed. Philadelphia, PA: Lippincott Williams & Wilkins, 2009.

            Capítulo de livro

            Exemplo: Goldhaber-Fiebert S, Cooper JB. Safety in anesthesia. In: Dunn PF, Alston T, Baker K, Davison JK, Kwo J, Rosow C. Clinical Anesthesia Procedures of the Massachusetts General Hospital. 7th ed. Philadelphia, PA: Lippincott Williams & Wilkins, 2006.

            Artigo disponível apenas online

            Exemplo: Waits C, Burton D, McIff T. Cement augmentation of pedicle screw fixation using novel cannulated cement insertion device. Spine 2009;34:E478-E483.


22. Tabelas/Quadros

            Numeração: Numerar os quadros/tabelas consecutivamente pela ordem que são citados no texto, usando numeração arábica (exemplo: Quadro 1, Quadro 2, etc.)

            Formatação: Cada quadro/tabela deve aparecer numa página separada, identificada com um título curto. Cada coluna deve ter um título abreviado. Não são aceites tabelas em formato de fotografia. Não repetir informação da tabela se esta estiver referida no texto e não colocar tabelas cujos dados podem ser resumidos em uma ou duas frases.

            Notas de rodapé: Definir abreviaturas usadas na tabela.

            Autorizações: Se a tabela ou dados são uma reprodução de outra fonte, é da responsabilidade do autor obter a devida autorização do editor original e pagamento de qualquer taxa. As cópias da autorização têm de ser facultadas e anexadas quando o manuscrito for submetido para revisão.


23. Figuras e Legendas das Figuras

            Numeração: Numerar as figuras de forma consecutiva, reseitando a ordem em que surgem no texto, usando números arábicos (Fig 1, Fig 2, etc.). Se forem compostas por diferentes partes cada uma deve estar identificada de forma alfabética (Fig 1A, Fig 1B, etc).

            Formatação: Cada figura deve ter uma legenda, em espaçamento duplo, numa página separada do manuscrito.

            Identificação: Explicar na legenda quaisquer símbolos, setas, números ou letras usadas na figura. Se fotografias de preparações anatómicas, especificar a coloração usada e a ampliação.

            Abreviaturas: Definir quaisquer abreviaturas usadas na figura.

            Consentimento do doente: Se fotografia de um doente que possa ser identificado, deve incluir-se na submissão para revisão do manuscrito o consentimento escrito do doente ou seu representante legal.

            Autorizações: Se a figura ou ilustração for uma reprodução de outra fonte, é da responsabilidade do autor obter a devida autorização do editor original e pagamento de qualquer taxa. As cópias da autorização têm de ser facultadas e anexadas quando o manuscrito for submetido para revisão.       

            Preparação da figura

                        Digital: As figuras em formato electrónico aceites são TIFF (Tagged Image File Format) ou JPEG (Joint Photographic Experts Group). A imagem gráfica deve ser vectorial com uma resolução minima de 1200 dpi, fotografias electronicas de 300 dpi e fotografias com texto de 600 dpi.